Onde brilha
O vibe coding é genuinamente transformador para:
- Estruturação do zero (greenfield). Subir um app novo, ligar rotas, configurar o ambiente — trabalho tedioso, mas bem conhecido.
- Boilerplate e cola. Endpoints CRUD, validação de formulários, transformações de dados, adaptadores entre duas APIs.
- Território desconhecido. Uma linguagem ou que você não domina bem. O modelo conhece as convenções; você fornece o julgamento.
- Refatorações e migrações. "Converta essas promises para async/await", "divida esse arquivo de 400 linhas por responsabilidade".
- Exploração descartável. Protótipos que você vai reescrever de qualquer forma. Velocidade importa mais que polimento.
Nessas zonas, um claro somado a uma revisão cuidadosa vence a digitação manual sempre.
O fio condutor é que essas tarefas são bem conhecidas e verificáveis. O modelo já viu dez mil endpoints CRUD, então produz versões idiomáticas; e você consegue dizer de relance se o resultado está certo. Quando essas duas coisas são verdadeiras — padrão comum, barato de checar — o vibe coding é quase puro ganho.